Rodrigo tenta tocar piano desde os 8 anos. Violão só desde os 12, mas acabou virando violeiro porque gostava de tocar na praia. Aprendeu um pouco de rabeca com 20, fascinado pelo som de mestre Salustiano e as estórias de Gramani. Desde que se lembra como gente, Rodrigo sempre cantou - seja por talento, seja para espantar os males.
Na Unicamp, entre uma aula de histologia e um laboratório de genética, começou a brincar de músico com seu grande amigo e parceiro, Allan Monteiro. Mas como diz o jumento, música é coisa séria. E assim, desde então, Digão tenta não esquecer os conselhos do jumento, embora tenha simpatia maior pela cigarra, e até mesmo pela formiga.